terça-feira, 18 de outubro de 2011

MARIA SOLIDÃO

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Quem me fez mal, afinal
foi a a vida
Eu quis viver o prazer
sem medida
Não pensei nada mais
quis viver e perdi
o coração
e ganhei solidão !

Tens ao dispor o amor
que foi nosso
Ao menos tu sê feliz
eu não posso
Eu sei que já vou
a descer ao porão
sem amor, sem ninguém
sem perdão !

Vou por aí
sem saber o caminho
Já me esqueci
do que é ter um carinho
Quem me vê nem supõe
ser assim, ser tão só
Faz-me doer
ter amor e não ter ...

Mas tens ao dispor o amor
que foi nosso
Ao menos tu sê feliz
eu não posso
Eu sei que já vou
a descer ao porão
sem amor, sem ninguém
sem perdão !

Sou infeliz ou feliz
já não sei bem
Já não sou eu sou alguém
que se perdeu !

Sou um pregão
a gritar por aí
a saudade, ciúme, remorso, pecado
traição
Vem tu também ao leilão
Quem quer comprar solidão ?

Poema de Jerónimo Bragança - Música de Nóbrega e Sousa

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